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Igreja Kimbanguista em Portugal

Rua Ary dos Santos, 7 Cave, Apelação, Portugal
Religious Organization

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Igreja Kimbanguista Universal/Kimbanguismo Universal Igreja Kimbanguista, é o Cristianismo resultante das acções e dos ensinamentos de Simon KIMBANGU. A sua teologia, declina-se do Kimbanguismo.

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 05 de novembro de 2017

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 29 de outubro de 2017 A pregação deste dia, esteve a cargo de Catequista, Mamã Adolfina M.M. MAVUNGO que extraiu as suas passagens bíblicas (seguidas da habitual explicação), dos Livros que se seguem: Salmos 119:1-3 (A Lei do Senhor); Deutoronómio 5:1-21 (A repetição dos Dez Mandamentos de Deus); Levítico 20:22-24, 26 (A punição para diversos crimes). Lisboa, 29 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 22 de outubro de 2017 A liturgia do dia, esteve sob responsabilidade de Diácono Responsável, Papá Estêvão KIALA, que terá tirado as suas mensagens bíblicas (posteriormente sua explanação), dos seguintes Livros: Salmos 1:1-6 (A felicidade dos justos e o destino dos ímpios); Êxodo 20:1-17 (As Leis de Deus Todo-Poderoso); Génesis 7:1-10 (Noé e a família entram na arca); II Pedro 2:1-12 (Conclusão). Lisboa, 22 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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AINDA SOBRE O RENASCIMENTO DE PAPÁ SIMON KIMBANGU EM 1910, Papá Simon KIMBANGU profetizara que Ele iria renascer em 1918, isso acontecera e o segundo KIMBANGU chamou-se DIANGIENDA KUNTIMA Joseph. EM 1921, A beira do riacho Luenda, próximo de aldeia de Lukengo, Papá Simon KIMBANGU revelara a seu amigo Simon NSUMBU de Lukengo que, Ele nascera de novo, mas desta vez na família de Papá Simon NSUMBU. Papá DIANGIENDA KUNTIMA Joseph confirmara publicamente em 1951, o nascimento do terceiro KIMBANGU. O NASCIMENTO A 12 DE OUTUBRO DE 1951, O 3º KIMBANGU, chamado Simon KIMBANGU KIANGANI, nascera na casa de Papá DIALUNGANA KIANGANI Paul Salomon e de mamã KIWASISULUA KISIKA Marie, sobrinha de Papá Simon NSUMBU. KIMBANGU I (1887) KIMBANGU II (1918) e KIMBANGU III (1951) são os Três UMA SÓ E ÚNICA PESSOA. Na fé Kimbanguista, Estes são realmente 3 em 1: Simon KIMBANGU, o ESPÍRITO SANTO. Embora na idade precoce, a criança KIMBANGU, nascida a 12 de outubro de 1951 teve que trazer temporariamente uma nova identidade por estratégia especial para enganar a vigilância dos colonos missionários e não só, preocupados amargamente e com ódio, procuravam a todo custo a criança, mas a lógica divina permanecera a mesma. O que importa, de fato, é o conteúdo e não a forma. Os nomes e data de nascimento em papel são de forma variável e de conteúdo invariável revelado em 1951 pelo Papá DIANGIENDA KUNTIMA é: "O filho nascido de uma das três Mamãs concebidas (Mamã KULUTU, Mamã MFUMU A MBANZA e Mamã MFUMU A NLONGO), vai ser o meu pai, Simon KIMBANGU (Daniel 2:22)." No dia 12 de outubro de 1951, a única criança de sexo masculino, nascida de uma das Três Mamãs era Papá Simon KIMBANGU KIANGANI (Apocalipse 2:8, 1:17-18), o Chefe Espiritual atual da Igreja Kimbanguista Universal. As outras duas mulheres grávidas, cada uma, dera a luz em 1951, uma rapariga. Em 1963, MFUMU NLONGO, DIANGIENDA KUNTIMA anunciara publicamente que o jovem KIMBANGU seria o único sucessor do Chefe da Igreja Kimbanguiste após a partida deste mundo dos três filhos de Simon KIMBANGU: "Quando nós os três não estivermos mais neste mundo, quem dirigirá a nossa Igreja tem atualmente 12 anos", havia deixado bem claro MFUMU NLONGO DIANGIENDA KUNTIMA, então Chefe Espiritual da Igreja Kimbanguista. O único filho de 12 anos, em que se refere a data, foi o jovem KIMBANGU, o atual Chefe Espiritual do Kimbanguismo Universal. Na mesma data, havia, no entanto, três descendentes diretos, com o mesmo nome Simon KIMBANGU mas, com idades diferentes. Destes três descendentes com a mesma identidade em 1963, apenas um foi realmente a encarnação de Simon KIMBANGU de 1887 "MOLIMO MOSANTU" (ESPÍRITO SANTO). Assim, pode-se entender por que, entre todos os membros da posteridade KIMBANGU, somente Simon KIMBANGU KIANGANI (Daniel 7:13-22, Apocalipse 11:17) foi fraternalmente chamado "TATA" (Papá) por três veneráveis "MVUALA (Papá KISOLOKELE LUKELO, Papá DIALUNGANA KIANGANI e Papá DIANGIENDA KUNTIMA)." Lisboa, 21 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 15 de outubro de 2017 Este domingo, de facto, terá sido diferente do habitual, por uma razão muito simples, pois, os cristãos-Kimbanguistas de Portugal, terão recebido visitantes, cristãos-Kimbanguistas e membros (uma delegação composta de 19 músicos) da Fanfarra Kimbanguista vindos da cidade de Antuérpia, Bélgica, que manifestaram o desejo de visitar não somente a seu congénere da FAKI-Portugal, mas, também a IJCSK-Portugal. E, os Kimbanguistas residentes no ocidente, têm uma particularidade, tendo em conta as circunstancias vividas longe das suas origens (países africanos), como tem sido o costume, quando os dias festivos (de acordo com a calendarização de festas do universo Kimbanguistas) ocorrem no decorrer da semana, normalmente faz-se a continuação da celebração no domingo seguinte. E, as festividades do dia 12 de outubro de 2017, não fugiram a regra - data que marca os 66 anos da transfiguração de Papá Simon KIMBANGU, Pai-Fundador do Kimbanguismo, em Lubumbashi (ex. Elisabethville), a 12 de outubro de 1951 e fora no mesmo dia, mas em hora diferente, nasce em Nkamba-Nova Jerusalém, Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, actual Chefe Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal. A pregação do dia esteve a cargo de Reverendo-Pastor, Papá KALEMBA M. Constantino (Secretário da Igreja Kimbanguista em Portugal), tendo extraído as suas leituras bíblicas (seguidas de habitual explicação), dos Livros abaixo indicados: Salmos 137:1-6 Saudades de Sião(); Êxodo 20:1-17 (Os Dez Mandamentos de Deus); São João 14:15-16 (A promessa do Consolador). Assunto Mensagem: O MISTÉRIO DA REENCARNAÇÃO EXPLICADA POR SIMON KIMBANGU. Enviada: a 25 janeiro de 2014 21:32 Índice do Fórum «Kimbanguismo» Notícias e diversos Tempos em formato UTC + 1 hora [Tempo de verão] *** Índice do Fórum *** Site Internet de Informação sobre O Enviado de Jesus Cristo, Simon KIMBANGU, e a sua obra. Conexão Registada a 05 de agosto de 2014 17:42 O MISTÉRIO DA REENCARNAÇÃO EXPLICADA POR SIMON KIMBANGU. Página 1 de 1 [1 Mensagem] Exibir o tópico Anterior | Próximo tópico Autor Mensagem Muana na Moto Inscrição: 11 de janeiro de 2007 00:09 Mensagens: 118 Este texto foi feita a partir do documento- testemunho «O mistério da reencarnação» escrito por Papá Willy NKUNGA KAMALANDUA, a quem Papá Simon KIMBANGU mostrou que Ele, Papá DIANGIENDA KUNTIMA e Papá Simon KIMBANGU KIANGANI são espiritualmente um só e mesma pessoa. Na verdade, Papá Willy NKUNGA KAMALANDUA compartilha conosco a visão que ele teve em Kinshasa, em 2001, a respeito das duas principais reencarnações de Papá Simon KIMBANGU um mês somente após a ascensão de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI na liderança espiritual da Igreja Kimbanguista. Leia muito atentamente o que segue. «Durante a sua primeira visita oficial em Kinshasa como líder espiritual da Igreja Kimbanguiste, eu tive que encontrar por várias vezes sua Eminência Simon KIMBANGU KIANGANI. Um dia, numa quarta-feira, 26 de setembro de 2001 às 10h00', eu estava sentado sob a sombra de uma árvore espessa e esperava pacientemente a minha vez para ser recebido por sua Eminência no centro de acolhimento Kimbanguiste de Kinshasa. Os meus olhos fixavam às folhas verdes e ouvia um barulho estridente de uma cigarra que eu não podia ver. Ao meu redor, reinava um ambiente muito peculiar... Então eu sentia as minhas pálpebras tornavam-se gradualmente pesadas e no entanto, eu realmente não tinha sono. Então, finalmente, os meus olhos ficaram completamente fechados e como numa tela, eu observava as nuvens moverem-se, deixando para trás deles um céu azul, sem mancha. Apesar de a visão destas nuvens abrirem-se, eu sentia uma dimensão metafísica onde o meu corpo carnal era a única matéria... No fundo de mim mesmo, eu sabia que eu não conseguia dormir, porque eu tinha o controlo da minha consciência, embora mergulhada nesse mundo desconhecido e extraordinário, este mundo estranho. O céu estava bastante limpo e de repente uma luz clara cruzava três vezes o espaço e tomava uma forma humana. Eu facilmente reconheci o grande homem com o seu vestuário tradicional: uma túnica e um pano. Este homem era nada mais nada menos, o grande Senhor Simon KIMBANGU. Um grande poder emanava do seu robusto corpo preto e careca, pequenas estrelas brilhantes circulavam a sua volta. Ele descia lentamente do céu e colocava o pé sobre a terra, cerca de dois metros de mim. Imediatamente, juntei as minhas mãos e ajoelhei-me apressadamente. De repente, uma voz rompeu o silêncio pesado que pesava neste canto solitário: -Levanta o seu rosto e olha para mim, disse Ele. O seu olhar penetrante e doce ao mesmo tempo olhava para mim, mas eu estava realmente confortável com a sua extraordinária presença. Ele observava-me durante um longo tempo, então suspirou: -Oh! Vai ser muito difícil a humanidade entender! Ele cruzou os braços sobre o seu poderoso peito e continuava: -Ouve-me bem, NKUNGA, escreve como sempre fez, apesar de descrença nos humanos... Olha, onde estão as nuvens negras que observaste há pouco? -Eu não sei, Senhor. -Tu ainda as vês? -Não, Senhor, eles desapareceram. -Sim, meu filho, em breve, o sino vai tocar e a terra será totalmente limpa, como acabaste de ser testemunha para o céu. Todo lixo será deitado para lixeira e que tudo desaparecerá por completo. -Mas, Senhor, o mundo não está suficientemente avisado! -Tu estás enganado, meu filho, em cada canto da terra, há um mensageiro. Mas, o homem tornou-se cada vez orgulhoso e esquece-se de dedicar um tempo ao seu Deus. Além disso, desde 1887, estou sempre convosco na terra. -Sim, Tu já existes desde sempre. -Eu disse que estou no vosso meio fisicamente. Fisicamente! Como assim? Sem dizer mais uma palavra, Ele virou-se e começou a andar a um ritmo lento. Enquanto Ele se afastava, os seus pés deixavam o solo. Sob o seu corpo que elevava-se, um outro homem saía da terra e assim que os pés deste ultimo fossem descobertos, Simon KIMBANGU desaparecia. Eu, então, reconheci Papá DIANGIENDA Joseph, filho mais novo de Papá Simon KIMBANGU. Ele dava três passos e Papá Simon KIMBANGU reaparecia acima da sua cabeça, em seguida, começava de uma forma estranha a penetrar no corpo do seu filho. Papá DIANGIENDA andava e assim que Ele dava três passos, Papá Simon KIMBANGU saía atrás do seu filho. Os dois homens juntos davam três passos; Papá Simon KIMBANGU parava, dava três golpes na sua barriga e uma luz saía do seu corpo, exatamente do plexo solar. Enfim, com gestos lentos e suaves, Ele estendia-se no seu comprimento total de cerca de três metros do lugar onde a luz brilhava. E, ao mesmo tempo, a forma Resplandecente transformava-se e tomava aparência humana; Eu reconheci uma vez imediatamente que este homem-luz que observava-me, sorrindo, que era o homem com quem eu tinha um compromisso, era sua Eminência Simon KIMBANGU KIANGANI. E de repente aparecia diante de mim uma montanha enorme, Papá DIANGIENDA e Papá Simon KIMBANGU KIANGANI começavam a ascender. O pai em frente e o filho trás, Eles andavam ao mesmo passo. A escassos centímetros de suas cabeças, o Senhor Simon KIMBANGU em vácuo, caminhava com Eles. Chegavam no cume da montanha impondo, Papá DIANGIENDA cumprimenta a seu filho e os seus pés começavam a deixar lentamente o solo e misteriosamente, seu corpo entrava para o corpo de Papá Simon KIMBANGU! De pé sobre esta massa de terra dura, Papá Simon KIMBANGU KIANGANI levantava os três dedos da sua mão direita e de repente a estranha montanha estremecia-se e perdia as suas alturas. Alguns instantes depois, o homem estava sobre uma planície! Papá Simon KIMBANGU KIANGANI curvava-se um pouco e quando se levantava, curiosamente eu senti-me estar perante Senhor KIMBANGU! Ele olhou para mim e disse sorrindo: -Tu compreendeste, pelo menos a mensagem que há por trás desta demonstração? -Você queria explicar-me que você agora vive no corpo de seu neto Simon KIMBANGU KIANGANI. -Sim e KIMBANGU permanecerá vivo fisicamente até ao final dos tempos, ao contrário do que pensavam as forças das trevas. -Qual é então o significado da sua presença física na Terra Senhor? Ele colocou a sua mão direita sobre a testa e respondia: -Há gestos, sinais, alguns símbolos com que me acompanham nas minhas reencarnações e que têm um grande impacto no ponto de vista espiritual. Ele fez uma pausa e depois continuava: -Saiba que Simon KIMBANGU que todos pensavam como prisioneiro, Simon KIMBANGU DIANGIENDA e Simon KIMBANGU KIANGANI cada um tem uma missão e uma mensagem especial. De facto, nós somos três homens completamente diferentes uns dos outros como tiveste a oportunidade de perceber, mas sim uma só e mesma pessoa espiritual. Ele fechou os olhos e disse: -O homem tem os olhos vendados, por isso que é difícil andar nas profundezas do mistério. Mas, eu tive uma pergunta na minha cabeça que me moveu e que permitiu-me interrompê-Lo: Senhor, então o que são as suas missões e mensagens? -Eu sou o pai, Joseph é o meu filho, Simon KIANGANI meu neto. O pai abra a casa e acendeu a lâmpada, eu sou Simon KIMBANGU. Meu filho DIANGIENDA arruma a casa e faz entrar todos os chamados; incluindo os feiticeiros, curandeiros, mágicos... E finalmente, o meu neto Simon KIMBANGU KIANGANI escolhe os eleitos. Brevemente, Ele expulsará todos aqueles que não têm obedecido aos meus Mandamentos e fechará a porta que eu KIMBANGU tinha aberto. -Eu não entendi muito bem, meu Senhor. -Tu reparaste que há dois verbos, para o pai e para o filho: um é a missão já cumprida e o outro a mensagem. No entanto, para o neto, existem três verbos: ESCOLHER EXPULSAR e FECHAR. Eu, então, antecipei-me a perguntar: -E porque é que as três funções pertencem apenas ao neto? Ele riu-se e disse: Ha, ha, ha... que idade tem a tua alma, NKUNGA? - Eu não sei Senhor. No plano espiritual, a idade não importa. E se eu te disser que meu filho Abraão ainda está vivo hoje noutro corpo, Será que acreditas em mim? -Ó Senhor, da tua boca sai apenas a pura verdade. -Eu informo-te que todos esses homens cujos nomes aparecem na Bíblia estão atualmente na terra e têm cada um, uma missão específica... Ele passou a mão direita sobre o seu rosto e disse: -Repito mais uma vez que Eu, meu filho DIANGIENDA e o meu neto, que tem o meu nome, somos uma só e mesma pessoa. Simon KIMBANGU tinha aberto a porta e até hoje ainda está aberta. Mas, amanhã, Simon KIMBANGU KIANGANI a fechará e nela, haverá uma grande festa para os eleitos. Em princípio, este último KIMBANGU não tem nada a dizer, porque tudo já foi dito... Ele estendeu suavemente as suas pernas, colocou a sua mão direita sobre o peito e declarou solenemente: -Eu sou o Espírito Santo e vivo neste momento no corpo humano, e este envelope chama-se Simon KIMBANGU KIANGANI. NKUNGA, Eu já escolhi-te, muito antes que vinhas a este mundo, para escrever e declarar ao mundo inteiro a minha divindade. Ai de ti se não realizares a tua missão... Com estas palavras, Papá Simon KIMBANGU encolhia-se em silêncio, colocava as mãos sobre as suas coxas e de repente uma imensidade de estrelas resplandecentes circundavam todo o seu corpo. Ele manteve esta posição por alguns segundos e depois levantou-se imediatamente e perante Ele, surgia Papá DIANGIENDA KUNTIMA Joseph vestido uma túnica e calças branca; atrás do robusto homem estranho, Papá Simon KIMBANGU KIANGANI com um lenço na mão direita olhava me sorrindo. As estrelas brilhavam e giravam em torno destes seres misteriosos. Eu finalmente vi o céu abrir-se e duas escadas ao longo do qual estavam alguns anjos, desciam lentamente do céu sem nuvem que se estendia até o infinito. Numa glória sem precedentes, uma música suave acompanhava os passos de Papá Simon KIMBANGU e Papá DIANGIENDA em direção a lugares celestes cobertos de estrelas, onde se dirigiam os dois homens. Majestosamente, Eles subiam as escadas passo a passo. Como guarda-costas, os anjos Os escoltavam e cantavam em voz alta... em braços cruzados, sua Eminência Simon KIMBANGU KIANGANI observava-se a si mesmo aos outros dois que se distanciavam; mas um cordão brilhante, uma espécie de cordão umbilical ia de Papá Simon KIMBANGU a Papá DIANGIENDA e descia até a sua Eminência. Eu acabava de assistir uma manifestação espiritual extraordinária sobre o mistério da reencarnação do Espírito Santo que se fez carne. De repente abri os meus olhos e vi naquele preciso momento Papá Simon KIMBANGU KIANGANI que se ia em direção a (residência) Shenouda, seguido de alguns fiscais. Ele acabava de passar diante de mim e os nossos olhares cruzaram-se. Ele aproximava-se de mim e eu ajoelhei-me: -Bom dia Papa! -Bom dia Papá NKUNGA, como estás? Estou bem, Papá! -Vamos falar brevemente, disse Ele, rindo-se. Obsevava-O até que entrou no sumptuoso salão da linda residência». (Extratos do documento-testemunho inédito de Willy NKUNGA KAMALANDUA, intitulado «O mistério da reencarnação», 1ª parte (a chave do mistério), páginas 9 a 41). _________________ O temor de Deus é o princípio da sabedoria. Provérbios 9:10 Traduzido do texto (francês) para português Lisboa, 15 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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O ESPÍRITO SANTO NA SUA TERCEIRA FORMA Após o primeiro anúncio de 1910 a cerca da sua segunda vinda ao mundo, que se concretiza em 1918 com o nascimento de DIANGIENDA KUNTIMA (SEGUNDO KIMBANGU), Simon KIMBANGU anuncia a seus três filhos, poucos meses antes da sua morte em 1951, que entre as suas respectivas esposas quem der à luz a um menino neste mesmo ano da sua morte, será o seu terceiro nascimento ao mundo. E, em 1951, ano da sua transfiguração, dois dos seus filhos (KISOLOKELE e DIANGIENDA) tiveram crianças, mas meninas, excepto DIALUNGANA KIANGANI, que no dia da morte de Simon KIMBANGU, a 12 de outubro 1951 em Elisabethville (actual Lubumbashi) precisamente às 15 horas (com apenas uma hora de diferença), teve um filho que viria a ser chamado KIMBANGU - Simon KIMBANGU KIANGANI, porque DIALUNGANA estava certo de que a terceira vinda de seu Pai, o Espírito Santo, a escolha recaia exactamente em sua casa. Portanto, este é o Filho que DIALUNGANA terá a missão de colocar no seu trono na idade de velhice. Esse Filho é exactamente "O TERCEIRO KIMBANGU", que é o Senhor Supremo, cujo Reino não terá fim. Ele, Sozinho, representa o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Isto é, a quem Deus-Pai terá confiado a missão desde o início até a conclusão da construção da unidade da torre em preparar os filhos de Deus, a seus escolhidos entre as nações para um retorno glorioso no antigo paraíso perdido, hoje chamado, a Nova Jerusalém, Nkamba. O NÚMERO 1 Simon KIMBANGU (nascido a 12/09/1887), DIANGIENDA KUNTIMA Joseph (nascido a 22/03/1918) e Simon KIMBANGU KIANGANI (nascido a 12/10/1951) são os três "UMA E NUMA SÓ PESSOA", e que pode ser determinado pela soma de todos os dígitos que compõem as respectivas datas de nascimento até ficar senão com o único algarismo: 1+2+9+1+8+8+7+2+2+3+1+9+1+8+1+2+1+1+9+5+1= 82 = 8+2 = 10 = 1+0 = 1 Lisboa, 14 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Comemorativo: 12 de outubro de 2017 12 DE OUTUBRO DE 1951 GRANDE MISTÉRIO DA MORTE E DO (RE)NASCIMENTO Hoje, os Kimbanguistas dos 4 ventos do mundo, comemoram, estão a comemorar a dupla festa: os 66 anos da transfiguração de Papá Simon KIMBANGU, Pai-Fundador do Kimbanguismo Universal, em Lubumbashi, a 12 de outubro de 1951, e simultaneamente 66º aniversário natalício de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, Chefe Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal, em Nkamba-Nova Jerusalém, Kongo-Central, ambos na RD do Congo (coração de África e do Mundo). Há mais de 2000 anos, Jesus Cristo, muitos antes da sua partida ao Trono Celestial (à direita do Pai), anunciara perante os seus Apóstolos e ao mundo, não apenas sobre a sua partida, que seria precisamente por pouco tempo, mas sobretudo pela vinda do Espírito Santo – Espírito da Verdade e que, Este estaria connosco para sempre (São João 14:16-17,26; 15:26; 16:8-9, 13-14). PRE-EXISTENCIA Assim como os profetas predisseram o nascimento de Jesus (Isaías 9:6), por volta do século XVIII, o nascimento de KIMBANGU, fora profetizado pela profetiza KIMPA VITA (queimada viva publicamente com o filho pelas costas no dia 02 de julho de 1706 em Evululu, Kuimba /Angola), não cessará de reiterar o regresso deste mesmo filho, com a seguinte frase ″a palavra de Deus não poderá nunca ser queimada de modo nenhum, KIMBANGU, nascerá e virá acabar com a escravatura e salvar o homem negro e a humanidade″. Pois, muito antes de ter existido fisicamente, no antigo Reino do Kongo, os nossos ancestrais, já O invocavam como Divindade em caso de dificuldades inerentes à vida quotidiana, como por exemplo, quando uma mãe desse à luz a uma criança nado-morto, a população suplicava KIMBANGU, dizendo: “KIMBANGU fula muana (3x)! ” este era o grito que se ouvia em tais circunstâncias, cuja tradução, ′KIMBANGU ressuscita a criança!′ E a criança imediatamente acabava de ressuscitar. EXISTÊNCIA Passados mais de 2000 anos depois da promessa de Jesus Cristo, no dia 12 de setembro de 1887 (numa quarta-feira), o Espírito Santo toma a forma física na pessoa de Simon KIMBANGU (I João 5:7-8), assim como sucedeu com a Deus-filho, numa pequena e pacata aldeia de Nkamba, na República Democrática do Congo ou na região do Kongo Central (coração de África e do Mundo), filho de Papá KUYELA (vindo de Congo-Brazzaville) e de Mamã LUEZI (oriundo da R. de Angola, descendente da família de KIMPA VITA, refugiada no Congo Democrática, ex. Zaïre), desde muito cedo, torna-se órfão de mãe, 4 meses, após nascimento, seu pai entrega-O a tia materna, Mamã Kinzembo. A sua omnipotência, tal como, a omnisciência, nota-se de imediato durante a sua infância perante a admiração de todos. O menino crescia e fortalecia-se em espírito, cheio de sabedoria e a graça de Deus estava com Ele (São Lucas 2:40-47). Na sua infância, Simon KIMBANGU, operou vários prodígios inéditos na maior parte dos quais recomendava segredo (São Mateus 8:4). Ainda na sua infância, aos 10 anos de idade, durante uma refeição, como de costume nas aldeias africanas, KIMBANGU demostrando a sua boa delicadeza, servia a todos anciãos presentes, trazendo os alimentos de diversas casas sem murmúrios e perante a alegria e admiração pelo comportamento singular, KIMBANGU declara existir antes deles (São João 8:58), auto-revela-se particularmente a seu pai, dizendo-lhe: “antes de você nascer, Eu já terei existido”, Ele ainda acrescenta: “nos dias vindouros, meu nome será falado no mundo inteiro, porém, meu pai, não presenciará a minha glória”. Para sua educação, e instrução religiosa adquiriu-a na Missão Protestante de Ngombe Matadi, cerca de 12 km de Nkamba. Na sua idade adulta, Simon KIMBANGU casa com MUILU KIAWANGA NZITANI Marie e deste casamento nascem três filhos curiosamente no período que vai de 1914 a 1918, altura que marca a eclosão da 1ª guerra mundial, que são: - KISOLOKELO LUKELO (reapareceu o reino dos céus), nasce a 12 de fevereiro de 1914; - DIALUNGANA KIANGANI (consumou-se ou cumpriu-se a palavra de deus), nasce a 25 de maio de 1916; e, - DIANGIENDA KUNTIMA (tudo que jesus cristo deu-me como instrução, ficou gravado no meu coração), nasce a 22 de março de 1918. No início dos anos 20, Simon KIMBANGU, começa a sentir os primeiros ventos de Jesus Cristo através de visões e encontros reais e precisamente a 17 de Março de 1921, Jesus fala em visão a KIMBANGU, dando-Lhe orientações, e no dia seguinte ou seja no dia 18, Ele recebe um sinal dos céus, segundo instruções e orientações e de Cristo, a fim de conduzir o povo e a humanidade à salvação. No dia 06 de abril de (quarta-feira), inicia o seu ministério público em Nkamba-Nova Jerusalém (Apocalipse 21:2-3, 10; Isaías 40:21-22; 62:1-2), começando pela cura de mamã NKIATONDO, que se encontrava em estado de agonia durante vários dias. Tal como, Jesus ressuscitara Lázaro (São João 11:43-44), KIMBANGU, ressuscita mamã Dina, uma jovem de 15 anos morta depois de 3 dias. A lista, não parou por aí. Houve outras curas de doenças e ressurreições, Pai Espírito Santo realizou muitas maravilhas, em nome de Jesus Cristo: os cegos viram, os coxos ou paralíticos andaram, os leprosos foram limpos, os surdos ouviram, os mortos foram ressuscitados e aos pobres, é anunciado o evangelho, durante cinco meses e 7 dias ou seja, do 06 de abril de 1921 a 12 de setembro do mesmo ano, terá ressuscitado 144 pessoas sem contar milhares de curas. A sua ação espalha-se muito rapidamente como um raio de pólvora de tal maneira que, põe em pânico a potência colonial belga e todos os missionários da região na época. O ministério de KIMBANGU, paralisou toda a África central e meridional naquele tempo: os empregos ficaram vagos, as fábricas pararam e as Igrejas oficiais ficaram vazias, todos partiram em busca do Reino de Deus, que se manifestava. Diariamente, milhares de pessoas, tomavam parte do ministério de KIMBANGU, o Espírito Santo, que apregoava insistentemente pelo arrependimento, exortando as pessoas a deixarem de servir dois senhores (São Mateus 6:24). Isto é, abster-se em recorrer a talismãs, a magia, a bruxaria ou feitiçaria, a adivinhação ou astrologia, pois esses são práticas que revelam o poder satânico. Evitando categoricamente fazer parte a qualquer sociedade secreta, tais como: franco-maçonaria, rosa-cruz, gnose, vali, marabutagem, ascetismo, satanismo, espiritismo, etc., mas sim, fazendo a vontade de Deus, o Criador do Céu e da Terra e tudo que há Neles. Face a esses acontecimentos sem precedentes, os investigadores destacados pelos responsáveis das Igrejas coloniais, deslocaram-se à aldeia de Nkamba, entre eles – missionários e sacerdotes – e que lá, não só constataram mas também, presenciaram a veracidade das maravilhas que KIMBANGU operava, escandalizaram-se, por verem tão nobre ministério, realizado por um africano, levantando, por isso, falsas acusações contra Ele. A 10 de setembro de 1921, em Mbanza Nsanda (uma aldeia dos arredores de Nkamba), no fim do retiro perante a multidão, lúcido e ciente, Simon KIMBANGU, profetiza alguns dos acontecimentos irreversíveis, que são hoje uma realidade, tais como: - A África seria liberto ou livre - O Negro assumiria no futuro os seus próprios destinos; - Um Templo, seria erguido em Nkamba; - Os Negros deportados regressariam à mãe África; - O preto tornar-se-á branco e o branco tornar-se-á preto (uma parábola). A 12 de setembro de 1921, Simon KIMBANGU, entrega-se voluntariamente às autoridades coloniais belgas, e é imediatamente preso e acorrentado, após a primeira tentativa de 06 de Junho do mesmo ano ter falhado pela Vontade Divina. Logo no dia seguinte, é transferido de Nzundu para Thysville (hoje, Mbanza Ngungu). E no dia 03 de outubro de 1921, Simon KIMBANGU, é condenado num tribunal militar e mês depois, a condenação a morte, é comutada em prisão perpétua e Ele cumpre assim, de 12 de setembro de 1921 a 12 de outubro de 1951: 30 anos de prisão, enclausurado na prisão de Kasombo em Elisabethville (actual Lubumbashi) onde diversas vezes, era batido com cento e vinte chicotadas, numa cela com 1,20 m de comprimento, 80 cm de largura e 78 cm de altura. Apesar de ser preso fisicamente, sendo Deus, Simon KIMBANGU, no ponto de vista espiritual, era naturalmente livre, prova de que, Ele aparecia em vários sítios diferentes no mesmo dia e a mesma hora ministrando a salvação ao público, congregado em milhares e em cidades diferentes em simultâneo, continuando a sarar e instruir a homens, mulheres e crianças como terá sucedido em cinco cidades distintas a saber: Buende, Bolafa, Ekafela, Mbandaka e Elisabethville (hoje Lubumbashi), no total cinco (5) KIMBANGU e, juntando todos eles em Lubumbashi, onde se encontrava encarcerado, volta a ser UM SÓ KIMBANGU. Os belgas, ficaram surpreendidos, desconcertados e cabisbaixos. Eles tentaram enclausurar o Espírito Santo, procurando por diversas ocasiões limitar o seu ministério redentor, mas sem sucesso. A nível da salvação, as cinco cidades, significam os 5 continentes. No dia 4 de Outubro de 1951, os guardas prisionais ficam completamente estupefactos ao verem KIMBANGU fora do cárcere sem Lhe ter aberto a porta. Eles ordenaram-No de imediato a regressar ao cárcere mas, Ele recusa categoricamente fazê-lo, declarando que, VENCEU O MUNDO! ESTAVA DEFINITIVAMENTE LIVRE E DESIMPEDIDO. NINGUÉM SABERIA PRIVÁ-LO À LIBERDADE, SEU TEMPO TERÁ EFECTIVAMENTE TERMINADO. E, devido a insistência, Ele apresenta alguns sinais de fraqueza e de seguida é levado para hospital Prince Léopold d’Elisabethville em Lubumbashi. KIMBANGU, previu milagrosamente a sua morte perante testemunhas, pois, no dia da sua morte, pela manhã, reunira os enfermeiros, os guardas e alguns colegas (prisioneiros) repetindo para eles, o que terá dito na véspera. Pouco antes das 3 da tarde do dia 12, isso é, às 3 menos um quarto, congrega-os novamente, exortando-os a serem bons cristãos, respeitarem os Dez Mandamentos de Deus, amarem-se uns aos outros, em seguida, despede-se de todos presentes precisamente às 15 horas do dia 12 de outubro de 1951 (numa sexta-feira) em Lubumbashi, dá-se 3 ligeiros murros no lado esquerdo e direito do estômago e rende a alma e nesse mesmo dia e na mesma data (hora diferente), (re) nasce em Simon KIMBANGU KIANGANI, Chefe Espiritual e Representante Legal do Kimbanguismo Universal em Nkamba-Nova Jerusalém. Com objectivo de saber a causa real da morte KIMBANGU, os oficiais coloniais belgas efetuaram a autópsia, curiosamente constataram que o corpo não apresentava vísceras: havia um vazio total. No dia 29 de julho de 1952, KIMBANGU, aparece ressuscitado perante os seus discípulos, 7 horas e trinta minutos em Lowa, perante os relegados Kimbanguistas que não o reconheceram de imediato, pois, apareceu com outro rosto e nome, em seguida revela-se e permanece no meio deles durante 8 dias instruindo-os repetidamente, isto é, de 29 de julho de 1952 a 05 de agosto de no mesmo ano), e ao longo da sua estadia inédita, Ele revela ao mundo, dizendo que tinha 7 caras diferentes. Na noite do dia 4 para dia 5 de agosto de 1952, antes de subir majestosamente ao céu (perante muitos testemunhos e admiradores), Simon KIMBANGU, declara o seguinte: “Eu venci o mundo e os 4 cantos me foram dados por Deus. No futuro ficará apenas um Igreja, falar-se-á uma língua, haverá um só reino e um só rei, Eu mesmo, Simon KIMBANGU”. ETERNIDADE A vida e obra sobre a personalidade de KIMBANGU, o Espírito Santo é indiscutível, visto serem inúmeras obras que O caracterizam como: Omnipotente, Omnipresente e eterno imortal, pois, até hoje em dia, Ele continua a aparecer e a reaparecer a cristãos Kimbanguistas, não Kimbanguistas de diversas nacionalidades (católicos, protestantes, evangélicos, muçulmanos, etc.), a sociedade civil (políticos, professores, jornalistas, etc.) e ateus, a qualquer altura do dia ou de noite. No plano de salvação, Ele próprio profetiza o seu renascimento em 1910 e que, se concretiza em 1918 na pessoa de DIANGIENDA KUNTIMA Joseph, seu 3º e último filho. Assim como sucedeu a 12 de outubro de 1951, em Lubumbashi no mesmo dia que rende a sua alma, com a diferença de uma hora, renasce em Nkamba-Nova Jerusalém, na pessoa de Simon KIMBANGU KIANGANI, actual Chefe Espiritual e Representante Legal do Kimbanguismo Universal. Em Nkamba, a Nova Jerusalém (Cidade Santa), encontra-se os principais elementos que simbolizam o Kimbanguismo Universal, a saber: A Fonte Sagrada, o Templo e o Mausoléu. A liturgia, deste dia comemorativo, esteve sob responsabilidade de Catequista, Papá Ricardo S. DIANZENZA, que terá tirado as suas passagens bíblicas (posteriormente sua interpretação), dos seguintes Livros: Salmos 89:19-30 (A Aliança de Deus com Davi); Êxodo 20:1-17 (As Leis de Deus Todo-Poderoso); São João 16:4-8 (A missão do Consolador); São João 16:25-26 (Conclusão). Viva o Kimbanguismo...! Viva Nkamba, a Nova Jerusalém...! Viva PSKK...! Lisboa, 12 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 08 de outubro de 2017 Na passada terça-feira, dia 03 de outubro de 2017, os Kimbanguistas do mundo inteiro e não só, comemoraram 0s 96 anos da condenação de Papá Simon KIMBANGU, o Enviado de Jesus Cristo a Terra, Espírito de Verdade, Espírito Santo, em Mbanza-Ngungu num tribunal militar, a 03 de outubro de 1921. Festejámos também com exultação os 6 anos da sua inoncência e libertação, a 03 de outubro de 2011. A pregação do dia, esteve a cargo de Catequista, Papá Ricardo S. DIANZENZA, tendo extraído as suas mensagens bíblicas (seguidamente sua interpretação), dos Livros abaixo referenciados: Salmos 3:1-8 (Confiança na adversidade); êxodo 20:1-17 (Os Dez Mandamentos de Deus); São João 12:27 (Jesus fala da sua morte e glorificação); São João 10:17-18 (Jesus, o bom Pastor); Êxodo 14:14 (Conclusão). NOTA: Na próxima quinta-feira, dia 12 de outubro de 2017, o universo Kimbanguista e não só, irá alegremente celebrar 0s 66 anos da transfiguração de Papá Simon KIMBANGU em Lubumbashi e (re)nascimento de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, em Nkamba-Nova Jerusalém, ambos os acontecimentos ocorreram na RD do Congo (coração de África e do Mundo). e, o acto central das fesividades deste grande dia, como de costume realizam-se em Cidade Santa de Nkamba, a sede do Kimbanguismo Universal, Kongo-Central (RDC). Pelo que, exorta-se particularmente a todos filhos e todas filhas de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, estarem devidamente preparados, sobretudo no ponto de vista espiritual e a presença de todos é indispensável. Lisboa, 08 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitana de Lisboa) Culto Comemorativo: 03 de outubro de 2017 03 DE OUTUBRO DE 1921 – 03 DE OUTUBRO DE 2017 Hoje, os Kimbanguistas do mundo inteiro e não só, comemoraram os 96 anos da condenação de Papá Simon KIMBANGU (o Enviado Especial de Jesus Cristo sobre a Terra e Pai-Fundador do Kimbanguismo Universal) em Mbanza Ngungu, Kongo Central (RD Congo), num tribunal militar, a 03 de outubro de 1921. Sabe-se que naquela época, os nossos ancestrais sofreram bastante pela detenção e condenação de TATA MUANDA LUDI - Espírito de Verdade. Mas, hoje em dia, aquele período infindável de sofrimentos, de tristezas sobretudo de opressão, transformou-se em alegria, em tempos de júbilo, pois, nos tempos que correm, percebe-se realmente que terá sido por uma boa causa particularmente para os povos oprimidos. É realmente inevitável falar da condenação de Papá Simon KIMBANGU, sem, no entanto, recordarmos cronologicamente o antes, o durante e o após 03 de outubro de 1921. No século XV, em Kongo de baixo (Angola), o seu nascimento é profetizado pela Profetiza KIMPA VITA, que anuncia insistentemente a vinda de KIMBANGU (do Espírito KIMBANGU em Homem KIMBANGU) aos nossos antepassados, a fim de salvar a humanidade. A 12 de setembro de 1887, Papá Simon KIMBANGU nasce na pequena aldeia de Nkamba, Kongo Central, filho de Papá KUYELA e de Mamã LUEZI. Desde muito cedo, torna-se órfão de mãe, 4 meses após seu advento ao mundo, seu pai entrega-O a tia materna Mamã Marie KINZEMBO, para sua educação, quanto a instrução religiosa adquiriu-a na Missão Protestante de Ngombe Matadi, cerca de 12 km de Nkamba. No inicio dos anos 20, começa a sentir-se os primeiros ventos de Jesus Cristo, através de visões e encontros reais, é precisamente a 17 de março de 1921 que Jesus fala em visão a Papá Simon KIMBANGU, dando-Lhe algumas orientações e instruções, a fim de conduzir o seu povo e a humanidade à salvação. No dia 06 de abril de 1921, o Enviado Especial de Jesus Cristo a Terra, inicia o seu ministério divino em Nkamba, começando pela cura de Mamã NKIATONDO, que se encontrava em estado de agonia há vários dias. Ressuscita também Mamã DINA, uma jovem de 15 anos morta depois de 3 dias, enfim, Papá KIMBANGU, fez muitas maravilhas, deu visão aos cegos, fez andar os coxos ou paralíticos, os mudos falaram, etc, etc. A 12 de setembro de 1921, Ele entrega-se voluntariamente às autoridades coloniais belgas e é imediatamente preso e acorrentado, após a primeira tentativa a 06 de junho do mesmo ano ter falhado pela vontade divina. Logo no dia seguinte, é transferido de Nzundu, Kongo Central para Thysville (hoje Mbanza Ngungu). No dia 03 de outubro de 1921, é condenado e julgado num tribunal militar (é curioso que, Jesus Cristo, fora julgado por Pôncio Pilatos, um sacerdote romano, Itália. Simon KIMBANGU, é sentenciado pelo Senhor De Rossi, também um sacerdote romano, Itália), em Mbanza Ngungu, mês depois, a pena de morte, é comutada em prisão perpétua, cumprindo assim de 12 de setembro de 1921 a 12 de outubro de 1951: 30 anos de prisão, enclausurado no estabelecimento prisional de Kasombo em Elisabethville, actual Lubumbashi em péssimas condições. Apesar de ser encarcerado fisicamente, sendo Deus, Simon KIMBANGU, no ponto de vista espiritual, era naturalmente livre, prova de que, Ele aparece em vários sítios (5 cidades) diferentes, tais como, Ekafela, Buende, Mbandaka, Bolafa e Lubumbashi, curiosamente no mesmo dia e a mesma hora ministrando a salvação ao público, no total CINCO (5) KIMBANGU e, juntando todos Eles em Lubumbashi, volta a ser UM SÓ KIMBANGU. No dia 04 de outubro de 1951, os guardas prisionais ficam atónitos ao verem KIMBANGU fora do cárcere sem ter-Lhe aberto a porta. Eles ordenaram-No imediatamente a regressar a cadeia, mas, Ele recusa fazê-lo, declarando categoricamente que, VENCEU O MUNDO! ESTAVA DEFINITIVAMENTE LIVRE E QUE NINGUÉM SABERIA PRIVÁ-LO A LIBERDADE, O SEU TEMPO TINHA TERMINADO. CUMPRIU TRINTA ANOS DE PRISÃO! 03 DE OUTUBRO DE 1921 – 03 DE OUTUBRO DE 2011 (TUDO SE ATOU E DESATOU-SE EM MBANZA-NGUNGU) Ainda a respeito da condenação, 90 anos depois, isso é, no dia 03 de outubro de 2010, o governo da RD do Congo, após ter cuidadosamente estudado e analisado todo o dossiê da sentença durante algum tempo em Mbanza-Ngungu (ex.Thysville), decide reabrir e efectuar a revisão do referido processo e que, no dia 22 de julho de 2011, Papá Simon KIMBANGU, de facto, é inocentado, e por conseguinte, procede-se imediatamente a anulação do julgamento. Ainda, no dia 03 de outubro do mesmo ano, Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, o actual Chefe Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal recebe das mãos do governo documentos sobre a sua inocência. Neste dia, em pleno estádio da cidade completamente lotado, pelas 11 horas da manhã, os Kimbanguistas, os não-Kimbanguistas e a população em geral, observaram um fenómeno singular, o aparecimento do arco-íris invulgar nunca antes visto. Segundo a locução de Pai-Espírito Santo-PSKK, “...o fenómeno, traduziu-se que, todos os relatórios foram espiritualmente cumpridos e aceites…”. 03 DE OUTUBRO DE 2011 – 03 DE OUTUBRO DE 2017 Quer com isso dizer que, neste mesmo dia, celebra-se também os 6 anos da inocência e liberdade de Papá Simon KIMBANGU - 03 de outubro de 2011 - 03 de outubro 2017. Lisboa, 03 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (área metropolitano de Lisboa) Culto Dominical: 01 de outubro de 2017 Na passada quinta-feira, dia 28 de setembro de 2017, o universo Kimbanguista e não só, comemorou o 32º aniversário do derramamento de sangue de Papá DIALUNGANA KIANGANI - a segunda vinda de Jesus Cristo ao mundo, em Kikulukuta, a caminho de Kinshasa, não distante da aldeia de Madimba, no Kongo-Central, RD Congo, a 28 de setembro de 1985, um dia inesquecível, pois, a tristeza que reinava no seio de Kimbanguistas neste dia, hoje, tornou-se em motivo de alegria e de satisfação, porquanto como acontecera na sua primeira vinda em que terá sido por uma boa causa. E, dessa vez também sucedera exactamente pela mesma causa: bem-estar da humanidade. A liturgia deste dia, esteve a cargo de Reverendo-Pastor, Papá Paulo Z. Neto (Responsável Paroquial da IJCSK-Portugal), tendo tirado as suas leituras bíblicas (posteriormente sua interpretação), dos Livros que se seguem: Salmos 126:1-6 (Louvor pelo retorno do cativeiro); Deuteronómio 5:1-21 (A repetição dos Dez Mandamentos de Deus); São João 16:16-24 (A missão do Consolador). NOTA: Na próxima terça-feira, dia 03 de outubro de 2017, o Kimbanguismo Universal e não só, todos juntos irão (re)lembrar os 96 anos da condenação de Papá Simon KIMBANGU, o Enviado de Jesus Cristo a Terra, o Espírito Santo, Espírito da Verdade, em Mbanza Ngungu, Kongo-Central, RD Congo num tribunal militar, a 03 de outubro de 1921. Neste mesmo dia, vamos também festejar os 6 anos da sua inocência e libertação, a 03 de outubro de 2011. A IMPORTÂNCIA DO MÊS DE OUTUBRO NO UNIVERSO KIMBANGUISTA O mês de outubro tem um grande significado no seio da Igreja Kimbanguista Universal: o dia 12 de outubro de 1951 é a data da transfiguração ou desaparecimento físico de Papá Simon KIMBANGU, Pai-Fundador do Kimbanguismo Universal (A Nova Civilização Mundial), e é também o (re) nascimento de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, Chefe Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal. O mistério em torno do terceiro nascimento de Papá Simon KIMBANGU, foi revelado em 1951 pelo Papá DIANGIENDA KUNTIMA: a todos nós Kimbanguistas, nos tempos que correm sabemos perfeitamente, que Sua Eminência Simon KIMBANGU KIANGANI, é realmente a encarnação de Papá Simon KIMBANGU. Esta lição já está bem assimilada. Outubro está cheio de outras lições históricas, úteis para a humanidade. Podemos muito bem rever algumas dessas lições históricas de outubro. Durante o julgamento de Papá Simon KIMBANGU no Concelho de guerra em Mbanza Ngungu (ex. Thysville), realizada de 29 de setembro a 03 de outubro de 1921, o juiz e arrogante sacerdote italiano, o comandante De Rossi efectuara uma análise vexatória e odiosa no processo de Papá Simon KIMBANGU. O dia 1 de outubro de 1921, em resposta, uma voz forte e clara de Papá Simon KIMBANGU tinha sido ouvida em tribunal e imediatamente o edifício começara a tremer, uma das paredes ficara rachadas e o retrato do Rei Alberto, pendurado na parede caíra e o pânico se instalara na sala. A audiência do dia tinha sido imediatamente suspensa. A 03 de outubro de 1921, no final do Concelho de guerra Mbanza Ngungu, o padre italiano De Rossi condenara injustamente Papá Simon KIMBANGU à pena de morte, com 120x2 chibatadas. Podemos sempre fazer a pergunta em saber, se o único juiz do Concelho de guerra, o Sr. De Rossi sabia realmente que condenara à pena de morte o ESPÍRITO DA VERDADE, que se fez carne? No entanto, durante este sombria Concelho de guerra, nenhum advogado defendera o ilustre prisioneiro e muito menos o acompanhamento do seu processo. Posteriormente, alguns colonos fanáticos e insensatos se reuniram em Mbanza-Ngungu, inclusive, quiseram crucificar Papá Simon KIMBANGU, no dia 4 de outubro, 1921. Infelizmente para os assassinos, a grande cruz, feita e preparada no meio da floresta quebrara-se na noite de 03 de outubro de 1921 durante o transporte para o local previsto para o supremo sacrifício. Decepcionados, pelo facto de Papá Simon KIMBANGU não ter sido crucificado e, sobretudo, pelo facto de que, a clemência ter sido introduzida pelos missionários da Sociedade Missionária Baptista (BMS) para a condenação à morte, os colonos belgas sustentada pelos missionários católicos decidiram mais uma vez acabar com o prisioneiro. No dia 12 de outubro de 1921, eles colocaram Papá Simon KIMBANGU dentro de um tambor cheio de produtos tóxicos, soldaram bem o cano e atiraram-no para as correntes profundas do rio Congo. Papá Simon KIMBANGU, a partir do fundo da água saíra sobre o rio Congo e caminhara tranquilamente sobre as águas em direcção a costa, diante de guardas prisionais perplexose em seguida começaram a fuzilar o prisioneiro, mas sem sucesso. O medo então invadira os atiradores colonos. Em 19 de novembro de 1921, a sentença de morte de Papá Simon KIMBANGU foi comutada em prisão perpétua pelo rei Alberto da Bélgica e Papá Simon KIMBANGU tinha então de servir 30 anos (12 de setembro de 1921 – 12 de outubro de 1951) de prisão, no estabelecimento prisional de Kasombo em Lubumbashi (outrora Elisabethville). Trinta anos depois, no dia 04 de outubro de 1951, Papá Simon KIMBANGU saíra misteriosamente da prisão de Kasombo e disse: "A MINHA PRISÃO TERMINOU HOJE, ESTOU FINALMENTE LIVRE E DESIMPEDIDO, NINGUÉM ME VAI PRIVAR À LIBERDADE" (história do Kimbanguismo, DIANGIENDA KUNTIMA, p.152) Desde aquele dia de outubro, Ele jamais voltara a pôr os pés na prisão de Kasombo ou um outro estabelecimento prisional, no entanto, Ele fora hospitalizado depois de sofrer uma disenteria ligeira. E terá sido no hospital que o clero católico local tentara por diversas vezes batizar novamente ou converter Papá Simon KIMBANGU ao catolicismo pela força: o real propósito era a todo custo para enganar novamente e dominar, como acontecera no passado (Jacob enganara por duas vezes o seu irmão Esaú afim de dominá-lo, assim como os missionários católicos enganara o rei N'Zinga Nkuwu, a 04 de maio de 1491 no Reino do Kongo, para pavimentar o caminho para a escravatura e ao colonialismo). Pois, Papá Simon KIMBANGU tinha sido batizado a 04 julho de 1915, Ele firmemente dissera NÃO aos católicos, no dia 11 de outubro de 1951. Além disso, Ele colocara o clero católico em desafio nestes termos: "VÓS QUEREIS BATIZAR-ME, NÃO É? CLARO, APENAS ACEITAREI SE VÓS RESPONDEIS EXACTAMENTE A PERGUNTA QUE VOS VOU FORMULAR. SE DEIS A RESPOSTA CORRECTA, DIREI QUE, SOIS VERDADEIROS SERVOS DE DEUS, CASO CONTRÁRIO, SOIS APENAS IMPOSTORES. A MINHA PERGUNTA É: SE VÓS ESTAIS REALMENTE INVESTIDOS COM O PODER DE DEUS, DIGAM-ME A DATA E HORA EXACTA DA MINHA MORTE, POIS EU SEI "(a história do Kimbanguismo, DIANGIENDA KUNTIMA, 15, p.158). Padres católicos falharam miseravelmente no teste apresentado pelo imponente prisioneiro e que, Ele os revelara a resposta: "EU VOU MORRER AMANHÃ, ÀS 15 HORAS." Com certeza, no dia seguinte, 12 de outubro de 1951, Papá Simon KIMBANGU dera o seu último suspiro precisamente às 15 horas, como havia previsto publicamente na véspera perante testemunhas, incluindo o clero católico. No mesmo dia, 12 de outubro de 1951, uma autópsia realizada no corpo de Papá Simon KIMBANGU proporcionara um inédito resultado clínico, nunca antes conhecido desde que mundo é mundo: os médicos descobriram que, no interior do estômago completamente vazio: de coração, de pulmões, de intestinos ou de outros órgãos internos, específicos para os seres humanos. Foi para os médicos do mundo, uma lição implacável sem precedentes. Nenhum médico poderia explicar os resultados clínicos da autópsia. Eles tentavam mas em vão, fechar os olhos do corpo inerte de Papá Simon KIMBANGU: Um olho permanecera, no entanto, fechado e o outro aberto até nos dias que correm. O Kimbanguista administrara a seguinte lição: "O olho fechado observa o mundo dos mortos e um olho aberto observa o mundo dos vivos". Após seu funeral, em Lubumbashi, na manhã de 13 de Outubro de 1951, sob a alta segurança da guarda militar, Papá Simon KIMBANGU reaparecera fisicamente na noite do mesmo dia, no meio dos colonos belgas, no Hotel Regina em Kinshasa onde eles festejavam e se alegravam celebrando a sua morte daquele que eles odiavam profundamente. Neste dia 13 de outubro de 1951, no Hotel Regina, em Kinshasa (ex. Leopoldville), uma outra lição de outubro foi forçosamente apreendida, durante as fugas inestimáveis e caóticas dos convidados para o banquete, no hotel Regina. Para os clientes em fuga, a noite foi certamente imposta à meditação ou medo. No dia 14 de outubro de 1951, uma outra importante lição foi aprendida pelos militares do estabelecimento prisional de Kasombo (Lubumbashi), liderado pelo Sr. Renar. A lição divina dada ao Sr. Renar, director de guardas prisionais de Kasombo é uma história verdadeiramente incrível. Esta história tem três elementos importantes: a Bíblia de Papá Simon KIMBANGU. O próprio Sr. Renar e da bandeira colonial belga hasteada acima do madeiro. Vamos contar as evidências em pormenores sobre esta grande lição em outubro de 1951, no nosso livro, intitulado "Papá Simon KIMBANGU, o ESPÍRITO DA VERDADE PROMETIDO," na imprensa em Eki-Editions, razão pela qual não vamos discutir a respeito do mesmo neste artigo, mas recomendamos a leitura do livro. Para mostrar que está para além do tempo e do espaço, Papá Simon KIMBANGU, aquando do seu último suspiro em Lubumbashi, a 12 de outubro de 1951, nascia pela terceira vez Nkamba Nova Jerusalém, no mesmo dia, na casa de Papá DIALUNGANA KIANGANI. Uma vez que esta encarnação de Papá Simon KIMBANGU tinha sido previamente profetizada por Papá DIANGIENDA KUNTIMA e, o recém-nascido sem surpresa levava o nome de Simon KIMBANGU. E a notícia corria como um raio de pólvora em todo o país. Os missionários católicos começavam a olhar com ódio ao bebé, o filho da promessa, eles desacertaram com as suas pesquisas. As lições em outubro continuavam. E, gradualmente, desde que o mundo começou a interiorizar que Papá Simon KIMBANGU KIANGANI é a terceira forma humana de Papá Simon KIMBANGU, o ESPÍRITO DA VERDADE (ESPÍRITO SANTO). Tomemos apenas uma ilustração de muitas testemunhas: um dia, em Mbanza Kimbangu, na República do Congo, Papá Simon KIMBANGU KIANGANI adoeceu e foi Lhe proposto em fazer um controlo ou exame de radiologia. Para o espanto do médico, os resultados da radiologia apresentaram que o estômago do paciente estava completamente vazio, sem os órgãos vitais (como o resultado clínico da autópsia de 12 de Outubro de 1951, em Lubumbashi). Muito surpreso, o médico olhou seguidamente, ou seja, a partir de pastores Kimbanguistes procurou saber ", quem era, na verdade, o misterioso paciente." Para aqueles que ainda duvidam, existem algumas testemunhas presentes em Brazzaville ainda estão vivos, saudáveis e disponíveis. Basta entrar em contato com o Centro Kimbanguista de Plateau des 15 ans em Brazzaville para satisfazer qualquer curiosidade. Lisboa, 01 de outubro de 2017 PRESKI-Portugal

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28 de setembro de 1985 - 28 de setembr de 2017 Hoje, dia 28 de setembro de 2017, o Kimbanguismo Universal e não só, comemora, está a comemorar os 32 anos do trágico acidente de TATA NFUMU A MBANZA (o Patriarca e Guardião da Cidade Santa Nkamba-Nova Jerusalém, Isaías 40:21-22; 62:1-2 – o berço do Kimbanguismo) - Papá DIALUNGANA KIANGANI Paul Salomon, em Kikulukuta, a caminho de Kinshasa, não distante da aldeia de Madimba, em Kongo Central (RD Congo), em África, a 28 de setembro de 1985. Sendo um dia importantíssimo (assim como todos outros) nos anais Kimbanguistas e na vida de cristãos-Kimbanguistas devidamente avisados. Apesar de ter sido muito desconsolado, difícil e duro de digerir o que terá sucedido neste fatídico dia de 28 de setembro de 1985. Felizmente nos tempos que correm, as dores, a consternação sentidas foram todas saradas, porque terá sido finalmente por uma boa causa, fora o processo ininterrupto para a nossa libertação das mãos do inimigo Sem mais tardar, vamos cronologicamente recordar, em poucas palavras até a este dia em que aconteceu o desastre. No ano de 1916, nascimento de Papá DIALUNGANA KIANGANI (a 2ª vinda de Cristo, Jesus ao mundo), precisamente na aldeia de Nkamba, na região do Kongo Central, RD Congo (o coração de África e do Universo), cujo nome traduz, Aquele que cumpre uma missão em benefício dos Seus, sacrificando-se a sua vida a favor de outros. Assim como terá acontecido na sua primeira vinda a humanidade há mais de dois mil anos atrás, tendo derramado o seu precioso sangue a fim de resgatar-nos do jugo de satanás (Eclesiastes 1:9; 3:15). Segundo filho de Papá Simon KIMBANGU e de Mamã Marie MUILU KIAWANGA. Quando em 1921, seu pai, Papá Simon KIMBANGU inicia a sua Obra, o seu ministério profético o qual Ele próprio (DIALUNGANA) O confiara (e que mais tarde, vem ajudá-Lo na missão de salvar o homem a fim de que seja recuperado) e pouco depois a sua prisão pela administração colonial belga, de 12 de setembro de 1921 a 12 de outubro de 1951, Papá MFUMU A MBANZA, tem apenas 5 anos a quando da relegação do seu pai, Ele fica com a sua mãe, Mamã Marie MUILU em Ngombe Kinsuka e dos dois irmãos Papá KISOLOKELE LUKELO e de Papá DIANGIENDA KUNTIMA e que mais tarde são levados para Boma, num colégio católico, com o objectivo principal, fazê-Los esquecer definitivamente dos ensinamentos de seu pai, isto é, uma lavagem de memória. Felizmente a ambição e a vontade da potência colonial, não ganha espaço de modo nenhum, pois, desde que, o mundo é mundo, Deus nunca é derrotado em circunstância alguma. Aliás, temos a prova perceptível, a Igreja Kimbanguista está espalhada por esse mundo fora, encontra-se nos 5 continentes. Após a morte de seu irmão, Papá DIANGIENDA KUNTIMA (1º Chefe Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal, 1959-1992), torna-se Chefe Espiritual e Representante Legal de 1992 a 2001. Recorda-se que, Papá DIALUNGANA KIANGANI, sempre viveu em Nkamba até a Sua transfiguração ou desaparecimento físico, a 16 de Agosto de 2001 em Kiemba (pequena aldeia próximo de Mbanza Ngungu), Baixo-Kongo. A 26 de agosto de 2001, a designação oficial de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, como Chefe Espiritual e Representante Legal do Kimbanguismo Universal e, no dia 02 de abril de 2002, é oficialmente entronizado. Lisboa, 28 de setembro de 2017 PRESKI-Portugal

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Igreja Kimbanguista em Portugal Paróquia de Loures (area metropolitana de Lisboa) Culto Dominical: 24 de setembro de 2017 A pregação deste dia, esteve a cargo do Reverendo-Pastor, Papá KALEMBA M. Constantino (Secretário paroquial da IJCSK-Portugal), terá tirado as suas passagens bíblicas (seguidas da habitual explicação), dos Livros que se seguem: Salmos 87:1-7 (O Amor de Deus por Sião); Êxodo 20:1-17 (As Leis Deus Todo-Poderoso); São Lucas 6:27-28 (Amai os vossos inimigos...orai pelos que vos maltratam). Lisboa, 24 de setembro de 2017 PRESKI-Portugal

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